quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Sonangol empresa “elitista”

A Administração da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (SONANGOL) é acusada de transformar a petrolífera numa empresa elitista por apenas, empregar cidadãos com formação superior. Por sua vez o Jornal de Angola publicou a 23 de Janeiro de 2012, a Sonangola recrutar cidadãos técnicos médio. 
Antunes Zongo
As informações chegadas à redacção do F8 dão conta que a Sonangol deixou de admitir técnicos de base e médio. E, passou a admitir “unicamente” cidadãos com formação superior. Fazendo fé ainda as informações postas a circular; a petrolífera suspendeu a admissão de cidadãos para áreas de limpeza, motoristas, jardinagem e recepcionistas, estes departamentos, segundo consta, está a cargo das prestadoras de serviços, com realce a HR Service e a Duplo C, empresas estas, criadas por altos dirigentes da referida petrolífera. Tais informações foram descortinadas a público por um grupo de jovens técnicos médio que, terão dado entrada de documentos a Sonangol e, ao serem admitidos os “seus” nomes foram constar no quadro da empresa HR Service. Aos jovens lhes foi prometido serem transferidos para Sonangol três anos depois. Chegada a data esperada os jovens estão a ser transferidos para outra prestadora de serviço, a Duplo C, propriedade dum dos papões da Sonangol. De realçar que, nestas prestadoras, a saúde é por conta dos funcionários e, os mesmos dizem ainda não usufruírem o direito a crédito bancário. “Os outros que estão na Sonangol têm crédito bancário, assistência médica para os filhos e esposas, mas nós das prestadoras destes senhores não usufruímos estes direitos”. Contaram os jovens com ar de revolta e, continuaram “viemos para ser funcionários da Sonangol, mas, por termos apenas 12º classe não nos admitiram; para mim isto é discriminação”. Terminou um dos jovens descontentes com a actual gestão da empresa. A ser verdade esta nova face da gestão da petrolífera, é caso para dizer que, os “barões” da Sonangol, encabeçada por Manuel Vicente, PCA da mesma instituição, criaram políticas de exclusão para posterior negociarem entre si. Para melhor informar os leitores sobre os respectivos acontecimentos, o F8 envidou esforços junto da Sonangol para ouvir a direcção da referida petrolífera mas, não fomos sucedidos; pelo que, fica a promessa de trazermos a publico a versão da administração da empresa na próxima edição. 

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